El derecho penal como disciplina transnacional y de Cooperación – El caso del Tribunal Penal Internacional

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Resumen

La persecución penal, larga manus del Estado de Derecho, confluye internacionalmente en el último porcentaje del sistema judicial. La urgencia de respuesta y de la estabilización del alarma social causado por el hecho criminoso carece de una prosecución penal tan veloz cuanto eficaz. En el adviento de la primitiva consagración de los derechos humanos en el panorama jurídico internacional y el consecuente reconocimiento de su importancia por la vida en sociedad, rápidamente la comunidad internacional identificó la necesidad de la protección de este núcleo de derechos a través de mecanismos jurídico-penales dotados de eficacia y pragmática constitucional-penal.

En la dirección del amargo legado provocado por las grandes guerras del siglo XX, la comunidad internacional tiene buscado crear y fomentar el recurso a instrumentos de estado para estado, capaces de contener la actividad criminal contra la humanidad. En este sentido, el Tribunal Penal Internacional, detiene elevada importancia en el espectro penal internacional, en la medida en que consagra la posibilidad de imputar responsabilidad penal individual bajo el agente y bajo el estado, esencial para viabilizar la paz y la seguridad internacionales, a través de un juzgamiento eminentemente justo y consecuentemente urgente y actual en el combate a todas las pruebas de impunidad a la escala global. Finalmente, estos objetivos son transversales y muy caros a toda la comunidad internacional.

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Biografía del autor/a

Daniela Serra Castilhos, Universidade Portucalense

Professora Auxiliar do Departamento de Direito da Universidade Portucalense (UPT), com experiência em unidades curriculares no domínio do Direito Público, Direito Constitucional, Direito Internacional e da Ciência Política. Graduada em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Feral do Rio Grande do Sul. Mestrado relacionado com Direito Internacional com ênfase na União Europeia. Doutora em Direitos Humanos pela Universidade de Salamanca. Possui formação complementar em Ciêncais da Informação. Membro e Investigadora do Instituto Jurídico Portucalense (Portugal) e do Centro de Estudios de la Mujer (CEMUSA) da Universidad de Salamanca. (Espanha). Até 2016 participou em 8 júris de provas académicas de mestrado e 12 júris de doutoramento.  Revisora (parecerista) de várias revistas internacionais.

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Publicado

22-12-2017

Cómo citar

Castilhos, D. S. y Ribeiro Henriques, M. (2017) «El derecho penal como disciplina transnacional y de Cooperación – El caso del Tribunal Penal Internacional», Cadernos de Dereito Actual, (8), pp. 63–78. Disponible en: https://cadernosdedereitoactual.es/ojs/index.php/cadernos/article/view/208 (Accedido: 24 mayo 2024).