Estado de vigilância

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Resumen

A “revolução” da tecnologia da informação tem produzido reflexos em todos os domínios da existência humana. Prenuncia-se a emergência de uma nova sociedade do mundo digital e pós-alfabético. As ambivalências desse prenúncio e sociedade ainda não foram adequadamente compreendidas pela epistemologia, menos ainda pelo Direito. Na novidade o que se tem de certo é o velho instrumento de controle: a vigilância. A economia é cada vez mais uma economia de vigilância. O Estado, antigo protagonista da técnica de vigia, é cada vez mais também um Estado de vigilância. As comodidades da vida são o argumento da economia. A “pax social”, a promessa desse velho novo Estado. O constitucionalismo da Modernidade e suas garantias parecem uma arqueologia da política e do Direito. Em seu lugar, instaura-se um constitucionalismo da concórdia civil, em última instância, do mercado.

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Biografía del autor/a

José Adércio Leite Sampaio, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Pós-Doutor em Direito pela Universidad de Castilla-La Mancha (Espanha). Doutor e Mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professor da Pós-graduação Stricto Sensu em Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e da Escola Superior Dom Helder Câmara. Procurador da República.

Christiane Costa Assis, Universidade do Estado de Minas Gerais. Universidade Federal de Minas Gerais.

Doutoranda em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Professora da Universidade do Estado de Minas Gerais.

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Publicado

28-12-2021

Cómo citar

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