PACTA SUNT SERVANDA E JUSTIÇA: ANÁLISE DA PEÇA “O MERCADOR DE VENEZA” DE SHAKESPEARE

Fábio da Silva Veiga, Bruno Lichtnow

Resumen


Resumo: O ensaio, de matriz jurídico-filosófica, busca na literatura de Shakespeare, as reflexões para ancorar bases teóricas do direito privado, como a relação contratual fincada no pacta sunt servanda. Pretende com isso, lançar o desafio reflexivo das premissas do direito civil em ligação a fatos narrados no livro o Mercador de Veneza escrito no Século XVI. O convite à leitura é para uma aula, cuja narrativa se dá pelas atuações das personagens.

Palavras-chaves: Literatura e direito, o mercador de Veneza, Shakespeare.


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Referencias


FAUSTO, Boris. História do Brasil, Editora da Universidade de São Paulo: São Paulo, 1995.

GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro – contratos e atos unilaterais, vol. 3, Saraiva: São Paulo, 2012.

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe – trad. de Maria Júlia Goldwasser, rev. de Roberto Leal Ferreira, Martins Fontes: São Paulo, 2001.

MAXIMINIANO, Carlos. A hermenêutica e aplicação do direito, Forense: Rio de Janeiro, 1980.

SHAKESPEARE, Willian. O mercador de Veneza, edição Ridendo Castigat Mores, versão digital Ebook Brasil.


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